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Iniciando em julho, Jamie Phillips, agente da organização Project Veritas, cujo provável objetivo é evidenciar a parcialidade da mídia, entrou para 12 grupos de networking relacionados a jornalismo ou a movimentos de esquerda. Ela se inscreveu para participar de 15 encontros, várias vezes em companhia de um colega homem, e compareceu a no mínimo duas festas de despedida de jornalistas que estavam deixando o "Washington Postagem". Phillips, 41, se apresentava aos jornalistas de imensas maneiras —como dona de uma start-up interessada em recrutar redatores, estudante de pós-graduação que pesquisava sobre o assunto segurança nacional, ou prestadora de serviços nova na área.



O "Washington Postagem" reportou que ela supostamente trabalhava pro Project Veritas, organização que usa credenciais falsas e gravações de video clandestinas em tentativas de comprometer os seus alvos. O vigor sustentado de Phillips para ingressar nos círculos sociais dos repórteres de Washington deixa claro que sua trapaça —e os esforços pra desacreditar as reportagens do jornal— ia muito além da tentativa de plantar um postagem falso.


Os encontros entre Phillips e dezenas de jornalistas, que não haviam sido reportados previamente, ocorriam tipicamente em eventos de networking profissional ou despedidas de colegas realizadas em bares e restaurantes. Ela usou três nomes diferentes e 3 números de telefone, em seus contatos com os profissionais do "Washington Postagem", conversando a respeito da vida na capital dos Estados unidos e pedindo pra ser apresentada a outros jornalistas. Em Um E-mail Pros Funcionários , Phillips dialogou rua mensagem de texto com uma contratada do jornal por cinco semanas convidando-a, e ao marido da jornalista, pra um jantar.


Procurada para falar sobre a acusação, Phillips não foi localizada. Repórteres do "Washington Post" viram Phillips entrar no escritório do Project Veritas, em Mamaroneck, Nova York, pela manhã de segunda-feira, 5 dias após lhe entregarem documentos que colocavam em indecisão sua motivação para fazer acusações contra Moore. O Project Veritas e O'Keefe se recusaram a divulgar se ela é empregada da organização. Como Acrescentar As Vendas E Fazer Mais Dinheiro Com O Instagram entanto depois que o "Washington Post" publicou tua reportagem pela segunda-feira, O'Keefe parece ter confirmado a conexão indiretamente durante um evento de arrecadação de fundos, afirmando que uma agente "infiltrada" no "Washington Post" havia "tido tua identidade exposta". E desde a publicação da reportagem, jornalistas de Nova York e Washington ratificaram reconhecer Phillips como membro de ao menos 7 ocasiões sociais nos últimos meses. Antes de se infiltrar, Phillips trabalhava em financeiras que concedem empréstimos na Geórgia e em Maryland, de acordo com um banco de fatos operado pelo Sistema Nacional de Licenciamento Multiestado. A NFM Lending, de Maryland, confirmou que ela foi empregada da empresa até o terceiro trimestre do ano anterior.


Quatrocentos para a campanha de Trump no ano passado, de acordo com registros eleitorais. Cinco Vantagens De Possuir uma Loja Moderna E Com Painéis De LED à eleição presidencial ela tuitou uma imagem que a mostrava sorrindo, ao lado de um homem que carregava um cartaz da campanha de Trump. Em uma conta no Periscope, que foi apagada, ela postou vídeos que a mostravam zombando do protesto das mulheres após a posse de Trump.


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Ela usava o nome @JamieTennille, no Twitter, e difundia muitos postagens de direita. [uma fonte a outro dos slogans de Trump, que prometeu "sanear" Washington. VeryFakeNews, e reproduziu um postagem de O'Keefe, o fundador do Project Veritas. O Project Veritas havia postado em sua página de Facebook 2 meses antes um anúncio para a contratação de doze "jornalistas infiltrados". Phillips logo começou a fazer uma nova persona online.


Mudou a imagem de teu perfil no Facebook para uma foto do presidente John Kennedy. Montou uma nova conta no Twitter com o lema "é o amor e não o ódio que oferece grandeza à América". Criou bem como uma nova conta no Periscope com hashtags que demonstravam suporte a protestos da ala política progressista. Em um post no Facebook em 16 de julho, escreveu que estava deixando Atlanta pra viver em Washington e trabalhar numa organização de "construção da paz".


Suas contas originais de mídia terminaram apagadas —e as contas que mostravam simpatias esquerdistas foram apagadas após a publicação da reportagem do "Washington Post" pela segunda-feira. O jornal conseguiu recuperar os postagens por meio do Internet Archive e do cache do Google. Primeiro Escape De SP, Fugativa Explora Cenário Investigativo imagens de tuas contas de mídia social foram capturadas no momento em que estavam sendo deletadas, pela noite de terça-feira. Por duas semanas em julho, logo que chegou a Washington, Phillips alugou um apartamento na área do Capitólio, no porão da residência de Brad Woodhouse, velho diretor de comunicações do Comitê Nacional do Partido Democrata. Ele afirmou em entrevista ter conhecido sua antiga inquilina ao ler a reportagem do "Washington Post" pela segunda-feira. Assim como disponibilizou ao jornal uma cópia da reserva de Phillips rua Airbnb, que incluía teu nome e foto. Woodhouse na noite de terça-feira.


Uma das primeiras ocasiões sociais de jornalistas a que Phillips parece ter comparecido foi uma reunião em vinte de julho da divisão ambiente da Online News Association, no botequim Union Drinkery. O anfitrião do evento foi Tauhid Chappell, produtor de mídia social do "Washington Postagem". Phillips se apresentou como "Jaime Taylor", falou Chappell, e lhe alegou que ela e o irmão planejavam fazer um site de notícias que privilegiaria as "notícias verdadeiras", de preferência a histórias menos substantivas. Os 2 trocaram números de telefone. Cinco dias depois, Phillips enviou uma mensagem de texto a Chappell e perguntou se ele sabia que existia grupos de networking parecidos em Nova York.


Chappell não respondeu. Naquela noite, dezenas de funcionários do "Washington Postagem" foram ao botequim e restaurante pra festas de despedida de Emily Chow, editora de design, e Michael Cotterman, gerente de serviços administrativos. Melissa McCullough, que como diretora de operações da redação do "Washington Post" comanda serviços administrativos, entre os quais a manutenção dos espaços de serviço e do objeto, e responde pelos suprimentos para a redação, foi uma das organizadoras da festa.


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